Antes de assistir o vídeo, leia o texto. Trata-se de um arquivo PDF. O que interessa para a prova é a matéria da capa (a partir da página 16 até a página 20). Em seguida, assista ao vídeo. Lembrando que as questões da prova deverão ser respondidas de acordo com o texto que estará na prova, não de acordo com as opiniões contidas nesse material de apoio aqui.
Para baixar o texto (PDF) clique no link abaixo (lembrando que é o texto da página 16):
Estamos em 2014 e certas coisas parecem ser as mesmas desde 1998. Serão sempre assim? Sempre vão achar que quando digo "sim, estamos em uma escola, estamos aqui pra estudar" em resposta a um "'fêssor, 'cê vai passar exercícios?" eu estou sendo irônico ou ríspido? Sempre mesmo? Eu não entendo... assim como não entendo que em uma certa faculdade particular as pessoas queiram que os professores terminem a aula DUAS horas antes do horário previsto. Quem é que quer pagar R$600,00 por mês e ter metade do serviço prestado?
Estamos em fevereiro e eu às vezes fico num canto só, pensando que talvez eu esteja cansado. Cansado, talvez, de ter que lidar com o óbvio. Ter que trabalhar o óbvio me desanima, me tira do sério, me faz ansiar por mais silêncio.
O silêncio tem sido um grande e raro companheiro.
Sabe uma coisa que tem me assustado e MUITO? O quanto as pessoas (nós) não ouvem às outras. Terça-feira à noite, na faculdade, havia uma grande concentração de pessoas em um pátio externo "ouvindo" a uma palestra de boas-vindas. O palestrante de microfone em punho, alto-falantes no máximo volume, e mal se conseguia ouvir o que ele falava. Parece que chegamos a um ponto (tenebroso) onde não importa se o que as pessoas falam é do nosso interesse, nos fará bem, trará aprendizado ou coisa parecida... não escutamos. E pior: conversamos por cima como se aquela pessoa não estivesse ali. Um desrespeito horroroso.
Lembro-me bem que deixei, há um tempo, de ir ao cinema com certas pessoas porque elas se viravam pra mim durante a sessão e comentavam o filme em voz alta como se estivessem na sala de suas casas enquanto assistem TV. Bronquear não adiantou. Parei de ir ao cinema com elas, então. Não porque me incomodavam muito, mas porque acho que atrapalham outras pessoas ao redor que pagaram pra ver o filme. Cinema/escola/faculdade não é boteco, não é boate. Ponto final. Vamos combinar que sala de aula - e meus alunos sabem disso, assim espero - tem lá seus momentos de "'bora conversar" mas que quando a pessoa que está lá na frente abre a boca, a gente fecha a nossa? É um respeito óbvio.
Andei conversando com algumas pessoas sobre isso e elas me dizem que é a nova classe C. Gente que teria dinheiro mas não teria "berço", não teria cultura. Resumindo: gente rica mal educada. Discordo. Eu me recuso a crer nisso. Respeito ao próximo, respeito a um palestrante, respeito ao professor, ao colega de sala (que quer ouvir o professor) independe de classe social.
Pra mim, tudo gira em torno de respeito e, no mínimo, consideração. Foi o respeito que eu tenho que me fez "perder" a folga que eu tinha ontem à tarde e dar um pulo nas escolas onde estavam sendo aplicadas minhas provas (onde tive condições de ir, pelo menos) e entrar de sala em sala pra saber se estava tudo ok com a primeira prova minha que faziam (em escolas onde não estou proibido de fazer isso). Eu podia sim ter ficado em casa, mas idiotamente preferi verificar se estava tudo bem. Ou tranquilizar quem eu pudesse. Valeu a pena? Não sei. Se uma ou duas pessoas perceberam e sabem que somos iguais, pra mim tá ótimo.
Está tudo muito torto e estranho. E eu me precipitando, talvez. Não tenho certeza de tanta coisa... e entendo que é difícil e demorado quebrar um esquema onde alunxs veem professor como inimigo. Achava que isso nem existia mais. Daí, lá vou eu perder tempo tendo que provar coisas que não sou. Dentre tantas que sequer seriam relevantes. Como eu digo sempre "quem se importa? A quem interessa?".
Hoje, terminando a aula às 12h30 de um sábado, um aluno se despediu dizendo "até mais, professor. Obrigado pela aula". Eu disse "eu que agradeço pela atenção". Confesso que me assustei. Tinha tempo que eu não ouvia algo assim. Estamos mais pra coisa "estou pagando, então foda-se"... e me lembrei que quando voltei a estudar em 2013 eu costumava agradecer aos meus professores da faculdade ao final de suas aulas. Ultimamente, ando achando que "só" prestar atenção calado já está de bom tamanho.
Segunda-feira volto a agradecer aos meus professores ao final de cada aula. O silêncio continua.
Sábado, 13h53. Ainda não conseguir absorver e compreender essa semana.
Na segunda-feira, as aulas no Fractal foram tranquilas. Tive minha primeira aula com a turma do semi-extensivo (cursinho). Alguns rostos conhecidos. Se por um lado isso significa que nem todo mundo passou no vestibular, funil da elite e da "meritocracia" estudantil (ah, quantos excelentes estudantes de fato ficam de fora...), por outro lado é uma prova de que quem quer, não pode desistir. Tem que correr atrás mesmo. É bom ver uns rostos conhecidos. Fico mais à vontade e espero recebê-lxs bem, assim como me sinto bem recebido.
À tarde pude descansar um pouco (tinha ido à Caldas Novas no domingo - ido e voltado no mesmo dia, dirigindo) antes de ir para faculdade.
Terça-feira, Expressão. Leve mudança no meu horário. A janela (aula vaga) continua lá. Aproveito para fazer um social com as pessoas tão bacanas que trabalham na manutenção do colégio. Sem essas pessoas, escola nenhum funciona. Imprescindíveis.
À tarde, primeira aula com a turma do semi-extensivo do Prevest. Sala cheia. Eu sempre crio uma expectativa imensa quanto axs alunxs do "Prevas". Ali trabalhei com alunxs dos mais diversos backgrounds: lojistas, vendedorxs, estudante universitárix, concurseirxs... E a escola fica no centro da cidade, região que venero justamente por misturar (quase) em harmonia tanta gente distinta.
Do centro para o Frac II. Mais semi e mais gente conhecida. A turma pequena (uns 10) tem gente que eu não via desde 2009! Oba! E gente que eu gosto muito, gente bacana.
Fim da aula, corre pro Frac I. Mais semi. Mais gente conhecida, e agora uma sala cheia, bem cheia.
Existe uma coisa que eu sempre falo sobre turmas de cursinho e que é muito nítido: são turmas atentas. Não estão ali por causa de nota, presença ou diploma de Ensino Médio. Não vejo como se fossem pessoas que não conseguiram, vejo como gente obstinada, gente que quer. Qualquer outra concepção é conjectura, é especulação.
Anoitecendo, um punhado bom de obrigações (provas, listas, atividades pra elaborar/corrigir) me fez faltar à faculdade. E só adiantei metade do serviço. Queria muito que meu corpo, meu organismo, entendesse que eu quero ter mais resistência e ânimo. Fucking 35 :/
Quarta-feira de manhã no Fractal I. Exclusiva para turmas de II ano. Acho que algumas turmas ainda estão longe de entender minha proposta como professor em sala de aula. Compreensível: não me conhecem, não sabem como funciono. Enquanto em algumas salas a aula já flui muito bem, inclusive já em um nível de amizade, em outras, as pessoas parecem ainda só agir sob o calor da autoridade... como pode, gente? Por quê? Mais ainda: pra que isso? Tirei uma aluna de sala por conta de conversa fora de hora. E essa atitude me assombra até agora. Acaba com minha semana.
Quando eu digo que não acredito em autoridade, é simples: conversa fora de hora, pra mim, não é uma questão de "ouça a quem manda" mas sim de "há alguém falando, vamos ouvir". É um respeito que, inclusive, tem mão dupla, serve pra todxs. Se uma criança de dez ano pode compreender isso, por que não nós que somos adultxs? "réshitégui xatiadu" :/
Tarde/noite: semi no Expressão. Eu estava beeeem pra baixo com a coisa de ter colocado alunx pra fora de sala pela manhã. As turmas do semi foram muito gentis e, sem que soubessem, me deram uma injeção de ânimo. Dizem que tenho, ou desenvolvi, a clássica capacidade de entrar em sala e não transparecer se estou preocupado, tenso, triste, estressado... é um teatro? Ali sou personagens? Ou é a desumanização em prol da mercantilização do saber? Vai saber...
Quinta-feira é um dia interessante: passo a manhã inteira no Fractal II com alunxs que eu desconhecia e com uma galera que é minha desde 2008/2009. Parece uma coisa meio "máquina do tempo". Ainda não desmistifiquei isso na minha cabeça. Mas estou acostumando. E gostando. Eram saudades injustas, acreditem.
À tarde, um semi e o terceirão lotaaaaaaado do Expressão... e uma janela de 2h30 :/ Vale pelas turmas, que são fantásticas... mas tem sido duro aproveitar esse espaço. Pensando em levar uns filmes pra assistir no datashow (ironias?).
O último dia da semana vem com seis aulas. Manhã de sexta-feira no Expressão é cheia. Quatro turmas de I ano e duas de II ano. Tudo como manda o figurino. E um pouco de febre... não sei de onde, não sei porquê.
Sábado veio para estender a semana. A parceria com a professora Suzana, a quem eu admiro muito e adoro, agora no Colégio Dinâmico. A turma pequena, ainda tímida, participou pouco. Ouviam a tudo, responderam quando fiz perguntas... parecem ser pessoas bacanas. Sejamos, então.
De volta pra casa, passei uma boa parte da tarde postando fotos antigas das escolas no Facebook. Têm sido dias nostálgicos, acho.
O corpo, novamente, cobrou o preço. Apaguei na cama enquanto postava as fotos... daqui 24 horas, começa tudo de novo de modo novo.
O vocabulário desse texto é um pouco mais acessível, mas se sentirem dificuldade com alguma parte, podem entrar em contato que a gente dá uma ajuda. Bons estudos, galere!
Bonus Stage: O Pal Talk é um programa para chat (bate-papo) em inglês com intuito de melhorar o aprendizado e possibilitar o treino da língua inglesa. Você pode escolher a sala por tema, língua, país, etc. É só adentrar uma sala, ouvir a conversa que estiver rolando, "levantar a mão", e começar a falar quando for sua vez. : )
Semana quase cheia: faltam apenas algumas turmas de semi-extensivo (cursinho) para eu conhecer e começar de fato com carga máxima. Talvez o semestre mais pesado de toda minha vida em sala de aula. Será?
Tem sido um pouco complicado, pela proximidade das provas, trabalhar com algumas turmas onde xs alunxs não têm o livro ainda. Tenho me virado, mas... enfim...
Quarta e quinta tive minhas primeiras aulas com as turmas de semi-extensivo (cursinho) do Colégio Expressão. Turmas que parecem muito boas. Alguns rostos conhecidos, o que me faz ter mais vontade ainda de fazer o melhor possível para que se saiam bem.
Ao mesmo tempo que a saudade dxs ex-alunxs do Delos é grande, aumenta a simpatia e o companheirismo pelxs novxs alunxs do Fractal e do Expressão. É um ciclo muito interessante. Sou muito grato por essa parte da profissão. Crio vínculos, laços fortes, e passo a me empenhar mais ainda para que tudo seja feito da melhor maneira possível.
Sim: xs alunxs são clientes das escolas. É de onde vem o nosso dinheiro. Eu xs vejo como parceirxs, porém. É um trabalho em conjunto. Há um (ou vários) objetivo em comum.
A semana, apesar de muito intensa, valeu demais!
Final de semana eu admiti que sou humano e fui ao cinema ver "Trapaça" (um filme muito bom) com duas queridas da faculdade. No domingo, estrada, sol na pele, bons papos, e amigos de longa data.
Muita atenção na leitura do texto de apoio (em português). Qualquer dúvida quanto ao vocabulário ou a gramática do texto em inglês, fiquem à vontade para entrar em contato comigo pelo Facebook ou nas escolas. Let's read!
Bonus Stage: o site lyricstraining funciona com vídeos do youtube associados à letras de músicas para que você complete enquanto escuta. Se você completar errado ou não completar uma palavra, o vídeo para de ser reproduzido até que você complete com a palavra correta.
É uma maneira divertida de treinar o ouvido com músicas de bandas ou cantorxs que você gosta.
Quer tentar? Dê uma olhada nesse clássico do cinema do final dos anos '70, "Grease!".
This is Juan Uribe. He’s from Madrid in Spain but he
lives in Argentina. He is an actor. Mr. Uribe is 23 years old. He works for TV Argentina. He also studies Journalism at the Federal University of
Argentina. Mr. Uribe cannot sing or dance but he can play the violin very well.
He loves classical music and he listens to it every day from 5:10AM to 8:15AM
every morning. After this he has fruit juice for breakfast and goes to
university. Mr. Uribe is a very good student. He speaks Spanish, Portuguese and
English. Mr. Uribe lives in a flat. His flat number is 133, on the 1st floor. Mr.
Uribe loves Spanish food but he doesn’t like Argentine food. He loves milk
caramels but he doesn’t like chocolate. He doesn’t smoke or drink.
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Escrever um texto em primeira pessoa narrando seu dia a dia e suas pretensões para o futuro.
Segunda semana de aulas de 2014. Surpreendente por vários motivos.
Primeiras aulas com as turmas de II ano do Fractal na unidade I. Todo mundo muito inteligente, uma galera extremamente receptiva, outra um pouco mais fechada. Espero conseguir criar boas parcerias para que nos tornemos pessoas cada vez mais conscientes, bacanas, sensíveis, atuantes... dai o tal vestibular vem de tabela. Garantido.
Postei uma foto do meu armário (que eu já possuía ano passado) no Instagram e a coisa tomou uma proporção muito engraçada: muita gente pensou que eu estava começando no Fractal. Estou lá desde agosto último. Semestre passado, inclusive, foi quando tive a oportunidade de rever os irmãos Padilha (cuja família é toda muito querida) e de conhecer uma galera muito especial no III ano (Jane, Juliana e cia).
Essa semana, inclusive, tive também minha primeira aula com uma das turmas de III ano. Fiquei muito animado. Parecem muito legais!
Primeira aula com a turma de III ano do Expressão também. E aqui uma novidade espantosa: pela primeira vez a turma de inglês tem mais alunos do que a turma de espanhol (cabalisticamente, 69 x 51). Claro que eu creio - bom realista que sou - que isso é só na(s) primeira(s) semana. Por mais que eu goste muito de todo mundo ali, pessoas que me permitem há 2 anos, sabemos que uma aula por semana apenas é fogo... ainda mais com o conteúdo que eu planejei. Só o ouro! Espero que resistam, nos apoiemos, e veremos o sucesso ao longo do ano. Quero proporcionar e participar das alegrias deles. De todos.
Quinta-feira também foi dia de ir pela primeira vez desde 2009 no prédio da unidade II do Fractal (antigo Colégio Maximum). O prédio passou por uma reforma e em quase nada lembra a antiga escola. Ainda sim, antes de ir para as salas de aula, um curto passeio pelos corredores foi o bastante para trazer muitas memórias.
Quando entrei nas turmas de II ano, ouvi um "Vinicius?!" : ) Dai foi um punhado de apertos de mãos, abraços, sorrisos, lembranças... minhas crianças dos sextos e sétimos anos cresceram! E alguns não mudaram nada, nada. É incrível. E, putz, como eu estava com saudades... muita. Voltamos a ser parceiros, colaboradores, amigos que nunca deixamos de ser. Assim espero.
Foi inevitável terminar a semana pensando nas turmas do Delos. Por mais que hoje (sexta-feira) eu tenha entrado mais em turmas de I anos, havia um II que eu ainda não tinha estado. Dai, mais reencontros bons, mais pensamentos sobre o Delos. E... saiu o resultado da UFG... caramba... e a quantidade de abraços sinceros que eu não pude dar em quem foi aprovadx? Ou consolar quem não foi... enfim...
Antes do almoço (que consegui colocar no estômago apenas depois das 15h ¬¬), recebi umas mensagens muito bonitas da galera do Delos. Dizem que estão com saudades e perguntam porquê eu os "abandonei".
Oras... não houve abandono, gente! :) Quando confirmei minha carga no Fractal, no dia seguinte compareci ao Delos pedindo ao menos as aulas com os III anos à tarde. Foi quando descobri que todas as turmas teriam aulas à tarde. Pedi então todas as turmas, mas o horário já estava pronto.
Sou grato pela oportunidade e pela acolhida que o Delos me deu desde 2010. E mais grato ainda aos alunos e alunas pela amizade, pelo carinho, por me permitirem, por estarem por perto. Idiotamente, penso nessas pessoas TODOS os dias desde o começo do ano. Não consigo pensar só na grana a mais ou na distância encurtada de casa para o trabalho. Vai ver é a tal saudade mesmo, pra variar...
O respeito e a admiração que eu tenho pelas minhas turmas é geralmente recíproco. Temos uma cumplicidade que eu prezo bastante. Temo, inclusive, a cada começo de ano letivo, que essa não se concretize, como que por mistério, e eu fique desesperado, ansioso.
Quero estar acessível e ter acesso. Quero compartilhar. Quero fazer crer que "quem tudo doa, tudo tem". Quero me doar e quero que se doem, inclusive. Será que vai dar certo?
P.S.: E ainda virão as turmas de semi-extensivo (cursinho) Expressão, Fractal e Prevest. Uhul!
E a semana começou assim. Macklemore, Ryan Lewis, Queen Latifah, Mary Lambert & Madonna Grammy Awards 2014
Bonus Stage: Voltando para casa hoje ouvindo uma música de 1971 da cantora e compositora Carly Simon. Vejam a letra da música e tentem interpretar. O que está sendo proposto para o eu-lírico e quais os parâmetros que contrapõem essa proposta?
Winston Churchill was the Prime Minister of Britain during the 2nd
World War. One day Churchill was going to the BBC to make an important
speech to the nation when a funny thing happened.
An hour before the time of his speech, Churchill stopped a taxi and
told the driver to take him to the BBC, but the taxi driver didn't
recognize him and said, "I'm sorry but I can't take you there. I'm going
home now, because I want to hear Churchill speech".
Churchill was very happy to hear that and he gave the man 2 pounds ( a
lot of money in those days). "All right, get in" said the man happily,
opening the door of the taxi. "Let´s go and to hell with churchill and
his speech".
----------------------------------------------
1) Escolher um dos parágrafos do texto acima (trabalhado em sala de aula) e traduzir em seu caderno.
2) Translate and answer these questions about the text:
a) Who was Winston Churchill?
b) Where was he going on that day?
c) What did Churchill tell the driver? d) Where was the taxi driver going? e) How much money did Churchill give the man? f) Why did Churchill give the man two pounds? g) Did the taxi driver go home or did he take Churchill to the BBC?
This is John Smith. He’s Colombian but he lives in
Brazil. He is a prisoner. Mr Smith is 33 years old. He doesn’t work or study.
Mr Smith cannot read or write but he can play the guitar very well. He plays
the guitar every day at 6:30 pm after dinner. The other prisoners all like his
music. Mr Smith likes pop music but he doesn’t like samba. Mr Smith likes
Brazilian food and drinks…He loves brown chocolate but he doesn’t like white
chocolate. His room number in the prison is 333 on the 3rd floor. People call
Mr Smith "The Music Man". Mr Smith is a happy prisoner. He wakes up
at 5:15am and has breakfast; he eats very much!!! He has black coffee and bread
in the morning but he doesn’t eat fruit or drink milk. He smokes a lot.
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Escrever um texto, de cinco a dez linhas, similar ao texto acima porém em 1ª pessoa (em inglês), falando da sua rotina.
II anos A e B - Churchill's Speech
Winston Churchill was the Prime Minister of Britain during the 2nd
World War. One day Churchill was going to the BBC to make an important
speech to the nation when a funny thing happened.
An hour before the time of his speech, Churchill stopped a taxi and
told the driver to take him to the BBC, but the taxi driver didn't
recognize him and said, "I'm sorry but I can't take you there. I'm going
home now, because I want to hear Churchill speech".
Churchill was very happy to hear that and he gave the man 2 pounds ( a
lot of money in those days). "All right, get in" said the man happily,
opening the door of the taxi. "Let´s go and to hell with churchill and
his speech".
----------------------------------------------
Escolher um dos parágrafos do texto acima (trabalhado em sala de aula) e traduzir em seu caderno.
Primeira semana de aula depois das férias de final de ano.
Sempre acho estranho voltar e começar de novo. É a prova de que aquele filme "Feitiço do Tempo" é de fato uma crítica ao modo que tratamos nossas rotinas. Nosso "Dia da Marmota" dura um ano. E dai, tudo de novo... vale o que a gente fizer de diferente.
Por enquanto, só tive aulas no Expressão, onde xs alunxs recebem a gente como amigxs. Eu tento tratá-lxs como tal. Até porque muitxs de fato são. ^ ^
A vida pessoal andou bem corrida essa semana e a falta de tempo ajudou a não pensar muito na falta que xs alunxs e amigxs do Delos estão/vão fazer. As postagens e mensagens inbox no FB são de deixar o coração miúdo, porém.
Ainda bem que existe internet para encurtar distâncias e fazer as relações sobreviveram, não é? : )
Na próxima semana começam as aulas no Fractal. Só posso dizer que estou MUITO ansioso e animado. E ainda tem o Prevest daqui duas semanas. ; )
That's all folks!
P.S.: Pra quem quiser praticar (e brincar) um pouco esse final de semana (e/ou for fã de Harry Potter), abaixo seguem os links para uma cruzadinha e um caça-palavras. Hope y'all have fun!
Primeiras aulas de 2014. Espero que todxs tenham aproveitado ao máximo o período de férias! Agora não tem mais jeito: é pegar firme nos estudos e garantir a vaga em uma boa faculdade, não é mesmo?
Começamos o ano muito bem com as aulas de hoje e ainda por cima pude matar um pouco das saudades que estava de várias pessoas.
Em sala, comentei o cronograma resumido do curso para esse ano e apresentei dois vídeos que encontrei no Youtube e mostram bem a importância de aprender a língua inglesa. Check them out below, kids!
Domingão, 5 horas da tarde. Desde as 11 da manhã elaborando listas, provas e atividades. Dia de "folga" comum na vida de um professor.
Mais da metade das listas que elaborei não serão corrigidas em sala de aula: conto com apenas uma aula por semana, e essa mesma é dedicada a interpretação de textos, explanações sobre provas de vestibulares e vocabulário.
Fico pensando... como ensinar uma língua estrangeira com apenas uma aula semanal? Como fazer que estudantes entendam que não se trata apenas de vestibulares, que o aprendizado é vivo e é para a vida inteira? Mais ainda, porque eu "perco" meu domingo criando atividades que serão utilizadas praticamente uma vez (evitando a repetição) quando eu poderia estar descansando, me divertindo, escrevendo crônicas e poesias como fazia na adolescência?
É um dos preços que pagamos. Por outro lado, nessa vida de "uma mão lava a outra", na sexta-feira um aluno me passou uns jogos para eu conhecer. Falta tempo para tal, mas, muito provavelmente, se eu estivesse em outra profissão, não teria tanto contato com o mundo das novidades, das atualidades e da juventude atual. Eu teria me tornado um adulto como tantos outros, desses que passam a vida repetindo os domingos, alternando o futebolzinho, o churrasquinho em família, a soneca no sofá após o almocinho, seguida do programa de TV idiotizantezinho.
Cada um com sua rotina e repetições, claro, claro... é a vida.
Todo modo, custo a crer que em outra vida eu teria feito como ontem, chegando em casa no meio da madrugada, depois de uma noite muito divertida. Não iria aos rocks, não andaria de skate, não estaria tão envolvido com cinema, música, artes, e literatura. A necessidade do novo, das novidades, de conhecimento, saber... tudo isso está tão entrelaçado e agregado à profissão... quase de forma vital.
Ansioso pelas férias, mas tranquilo. Sem máscaras, sem obrigação de satisfazer, sem ter que estar bem humorado em tempo integral, sem controlar se falo palavrão ou não, sem ficar medindo o tempo, sem pensar em papéis, provas, correções, materiais, reuniões, planejamentos...
Tenho andado insatisfeito com minha profissão em alguns aspectos. Nada que, por ora, me faça desistir ou querer abandonar, mas há sim os momentos em que eu penso que não vale a pena.
Vai chover gente dizendo que “uau, mais um texto de professor reclamando da vida que escolheu” – mas não é bem por ai.
Estamos vivendo uma época louca como nunca antes. Deixamos, há muito, de ser educadores e passamos a ser mão de obra e só. E essa é a visão dos alunos, dos pais dos alunos, e dos donos de escola, coordenadores, diretores...
Querem que nós, professores, entremos em salas de aulas lotadas, e com apenas uma ou duas aulas semanais, façamos aquela mágica de aprovação massificada em todos os vestibulares do país.
Realidade: ignoram que em TODAS as escolas que eu trabalho (subúrbio e/ou bairros nobres) tenho alunos de III ano que insistem em confundir “mas”/“mais”, “e”/“é”, e começam frases com letra minúscula, por mais que eu venha sempre (de maneira humorada) chamando a atenção para esse tipo de erro básico. Imagine o resto...
Há, claro, alunos geniais, coordenadores fantásticos, pais em constante trabalho paralelo educacional com as escolas. E, claro também, isso não acontece sempre (graças a deus). Fique evidenciado aqui que não estou reclamando dos meandros óbvios da profissão. Mas chegamos a um tempo em que vai além.
As escolas vendem para os pais que utilizam um método humanitário e eu me pergunto: o que há de humano numa rotina massacrante que sequer te permite tempo para conhecer o aluno? 32 salas de aula por semana, 50 alunos em cada, uma aula por semana em cada sala, e ainda querem mesmo que nós saibamos o nome de cada um dos alunos? Isso é o “ambiente humanitário e consciente”?
Prefiro mesmo conhecer bem uns 10 em cada sala, aqueles que, pra minha sorte, mais se afinizarem comigo (e não o oposto), e poder ajudá-los além da minha matéria. Prefiro mesmo ter feito como no dia que aconselhei uma aluna/amiga que havia sido espancada pelo padrasto. Ou na noite que encontrei um aluno bêbado num bar e dei carona pra ele até sua casa. Meu aluno costuma virar meu amigo. Ponto.
Inclusive, certa vez, uma diretora ao conversar comigo sobre meus métodos nem sempre ortodoxos dentro de sala de aula, me questionou sobre uma abordagem utilizada numa aula. Disse ela “não é esse o seu diferencial, o seu ‘cartão de visitas’?”, num tom de ironia que humanitários não deviam usar. Eu não respondi. Fiquei mudo. Hoje, tempos depois, penso que devia ter dito a verdade: meu “cartão de visita” é o fato de que eu entendo meu aluno.
Não sou um professor de fachada, minha aula não é “show”, tenho falhas, sou humano e verdadeiro. Mas não sei vender um produto no qual eu não acredito. E me vejo sempre no mesmo barco que meus alunos. Meus amigos. Se esse barco afunda, eu afundo junto.
O que me fez escolher e ficar com essa profissão é mesmo a possibilidade de nos tornarmos (eu e meus alunos, coordenadores, diretores, donos de escola, faxineiros, e coligados) pessoas melhores. Agora, se só eu acredito nessa possibilidade... qual o sentido? Vender aprovação “garantida” no vestibular? Qual é...