sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Diário de Bordo: 27 - 31 de janeiro de 2014

Segunda semana de aulas de 2014. Surpreendente por vários motivos.

Primeiras aulas com as turmas de II ano do Fractal na unidade I. Todo mundo muito inteligente, uma galera extremamente receptiva, outra um pouco mais fechada. Espero conseguir criar boas parcerias para que nos tornemos pessoas cada vez mais conscientes, bacanas, sensíveis, atuantes... dai o tal vestibular vem de tabela. Garantido.

Postei uma foto do meu armário (que eu já possuía ano passado) no Instagram e a coisa tomou uma proporção muito engraçada: muita gente pensou que eu estava começando no Fractal. Estou lá desde agosto último. Semestre passado, inclusive, foi quando tive a oportunidade de rever os irmãos Padilha (cuja família é toda muito querida) e de conhecer uma galera muito especial no III ano (Jane, Juliana e cia).

Essa semana, inclusive, tive também minha primeira aula com uma das turmas de III ano. Fiquei muito animado. Parecem muito legais!

Primeira aula com a turma de III ano do Expressão também. E aqui uma novidade espantosa: pela primeira vez a turma de inglês tem mais alunos do que a turma de espanhol (cabalisticamente, 69 x 51). Claro que eu creio - bom realista que sou - que isso é só na(s) primeira(s) semana. Por mais que eu goste muito de todo mundo ali, pessoas que me permitem há 2 anos, sabemos que uma aula por semana apenas é fogo... ainda mais com o conteúdo que eu planejei. Só o ouro! Espero que resistam, nos apoiemos, e veremos o sucesso ao longo do ano. Quero proporcionar e participar das alegrias deles. De todos.

Quinta-feira também foi dia de ir pela primeira vez desde 2009 no prédio da unidade II do Fractal (antigo Colégio Maximum). O prédio passou por uma reforma e em quase nada lembra a antiga escola. Ainda sim, antes de ir para as salas de aula, um curto passeio pelos corredores foi o bastante para trazer muitas memórias.

Quando entrei nas turmas de II ano, ouvi um "Vinicius?!" : ) Dai foi um punhado de apertos de mãos, abraços, sorrisos, lembranças... minhas crianças dos sextos e sétimos anos cresceram! E alguns não mudaram nada, nada. É incrível. E, putz, como eu estava com saudades... muita. Voltamos a ser parceiros, colaboradores, amigos que nunca deixamos de ser. Assim espero.

Foi inevitável terminar a semana pensando nas turmas do Delos. Por mais que hoje (sexta-feira) eu tenha entrado mais em turmas de I anos, havia um II que eu ainda não tinha estado. Dai, mais reencontros bons, mais pensamentos sobre o Delos. E... saiu o resultado da UFG... caramba... e a quantidade de abraços sinceros que eu não pude dar em quem foi aprovadx? Ou consolar quem não foi... enfim...

Antes do almoço (que consegui colocar no estômago apenas depois das 15h ¬¬), recebi umas mensagens muito bonitas da galera do Delos. Dizem que estão com saudades e perguntam porquê eu os "abandonei".

Oras... não houve abandono, gente! :) Quando confirmei minha carga no Fractal, no dia seguinte compareci ao Delos pedindo ao menos as aulas com os III anos à tarde. Foi quando descobri que todas as turmas teriam aulas à tarde. Pedi então todas as turmas, mas o horário já estava pronto.

Sou grato pela oportunidade e pela acolhida que o Delos me deu desde 2010. E mais grato ainda aos alunos e alunas pela amizade, pelo carinho, por me permitirem, por estarem por perto. Idiotamente, penso nessas pessoas TODOS os dias desde o começo do ano. Não consigo pensar só na grana a mais ou na distância encurtada de casa para o trabalho. Vai ver é a tal saudade mesmo, pra variar...

O respeito e a admiração que eu tenho pelas minhas turmas é geralmente recíproco. Temos uma cumplicidade que eu prezo bastante. Temo, inclusive, a cada começo de ano letivo, que essa não se concretize, como que por mistério, e eu fique desesperado, ansioso.

Quero estar acessível e ter acesso. Quero compartilhar. Quero fazer crer que "quem tudo doa, tudo tem". Quero me doar e quero que se doem, inclusive. Será que vai dar certo? 

P.S.: E ainda virão as turmas de semi-extensivo (cursinho) Expressão, Fractal e Prevest. Uhul!

 
E a semana começou assim. Macklemore, Ryan Lewis, Queen Latifah, Mary Lambert & Madonna
Grammy Awards 2014

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

III ano - Text: Flash Mobs


Texto para as aulas com as turmas de III anos.

 

GABARITO:

5) b
6) c
7) a
8) VFVF

Errata: há duas alternativas incorretas na questão 8 e não apenas uma como pede o título.

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Bonus Stage: Voltando para casa hoje ouvindo uma música de 1971 da cantora e compositora Carly Simon. Vejam a letra da música e tentem interpretar. O que está sendo proposto para o eu-lírico e quais os parâmetros que contrapõem essa proposta?


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

29/01/2014 - II anos Colégio Fractal Unidade I

Churchill's Speech / Business is Business

Winston Churchill was the Prime Minister of Britain during the 2nd World War. One day Churchill was going to the BBC to make an important speech to the nation when a funny thing happened.


An hour before the time of his speech, Churchill stopped a taxi and told the driver to take him to the BBC, but the taxi driver didn't recognize him and said, "I'm sorry but I can't take you there. I'm going home now, because I want to hear Churchill speech".

Churchill was very happy to hear that and he gave the man 2 pounds ( a lot of money in those days). "All right, get in" said the man happily, opening the door of the taxi. "Let´s go and to hell with churchill and his speech".

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1) Escolher um dos parágrafos do texto acima (trabalhado em sala de aula) e traduzir em seu caderno.


2) Translate and answer these questions about the text:

a) Who was Winston Churchill?

b) Where was he going on that day?

c) What did Churchill tell the driver?

d) Where was the taxi driver going?

e) How much money did Churchill give the man?

f) Why did Churchill give the man two pounds?

g) Did the taxi driver go home or did he take Churchill to the BBC?

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Vídeos mencionados em sala de aula:




terça-feira, 28 de janeiro de 2014

28/01/2014 - I e II anos Colégio Expressão

I ano D - "John Smith"

This is John Smith. He’s Colombian but he lives in Brazil. He is a prisoner. Mr Smith is 33 years old. He doesn’t work or study. Mr Smith cannot read or write but he can play the guitar very well. He plays the guitar every day at 6:30 pm after dinner. The other prisoners all like his music. Mr Smith likes pop music but he doesn’t like samba. Mr Smith likes Brazilian food and drinks…He loves brown chocolate but he doesn’t like white chocolate. His room number in the prison is 333 on the 3rd floor. People call Mr Smith "The Music Man". Mr Smith is a happy prisoner. He wakes up at 5:15am and has breakfast; he eats very much!!! He has black coffee and bread in the morning but he doesn’t eat fruit or drink milk. He smokes a lot.

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Escrever um texto, de cinco a dez linhas, similar ao texto acima porém em 1ª pessoa (em inglês), falando da sua rotina.


II anos A e B - Churchill's Speech

Winston Churchill was the Prime Minister of Britain during the 2nd World War. One day Churchill was going to the BBC to make an important speech to the nation when a funny thing happened.


An hour before the time of his speech, Churchill stopped a taxi and told the driver to take him to the BBC, but the taxi driver didn't recognize him and said, "I'm sorry but I can't take you there. I'm going home now, because I want to hear Churchill speech".

Churchill was very happy to hear that and he gave the man 2 pounds ( a lot of money in those days). "All right, get in" said the man happily, opening the door of the taxi. "Let´s go and to hell with churchill and his speech".

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Escolher um dos parágrafos do texto acima (trabalhado em sala de aula) e traduzir em seu caderno.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Lembrete / Reminder

Amanhã começamos a utilizar os livros nas minhas aulas no Colégio Expressão. Peço a vocês que não se esqueçam de levá-los.

I ano: livro 1 (capa azul / jeans)
II ano: livro 2 (capa laranja / bola de basquete)

See ya!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Diário de Bordo: 20 - 24 de janeiro de 2014

Primeira semana de aula depois das férias de final de ano.

Sempre acho estranho voltar e começar de novo. É a prova de que aquele filme "Feitiço do Tempo" é de fato uma crítica ao modo que tratamos nossas rotinas. Nosso "Dia da Marmota" dura um ano. E dai, tudo de novo... vale o que a gente fizer de diferente.

Por enquanto, só tive aulas no Expressão, onde xs alunxs recebem a gente como amigxs. Eu tento tratá-lxs como tal. Até porque muitxs de fato são. ^ ^

A vida pessoal andou bem corrida essa semana e a falta de tempo ajudou a não pensar muito na falta que xs alunxs e amigxs do Delos estão/vão fazer. As postagens e mensagens inbox no FB são de deixar o coração miúdo, porém.

Ainda bem que existe internet para encurtar distâncias e fazer as relações sobreviveram, não é? : )

Na próxima semana começam as aulas no Fractal. Só posso dizer que estou MUITO ansioso e animado. E ainda tem o Prevest daqui duas semanas. ; ) 

That's all folks!

P.S.: Pra quem quiser praticar (e brincar) um pouco esse final de semana (e/ou for fã de Harry Potter), abaixo seguem os links para uma cruzadinha e um caça-palavras. Hope y'all have fun!


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

21/01/2014 - Colégio Expressão (I e II anos)

Salve! 

Primeiras aulas de 2014. Espero que todxs tenham aproveitado ao máximo o período de férias! Agora não tem mais jeito: é pegar firme nos estudos e garantir a vaga em uma boa faculdade, não é mesmo?

Começamos o ano muito bem com as aulas de hoje e ainda por cima pude matar um pouco das saudades que estava de várias pessoas.

Em sala, comentei o cronograma resumido do curso para esse ano e apresentei dois vídeos que encontrei no Youtube e mostram bem a importância de aprender a língua inglesa. Check them out below, kids!



domingo, 11 de março de 2012

Vida de professor também...

Domingão, 5 horas da tarde. Desde as 11 da manhã elaborando listas, provas e atividades. Dia de "folga" comum na vida de um professor.

Mais da metade das listas que elaborei não serão corrigidas em sala de aula: conto com apenas uma aula por semana, e essa mesma é dedicada a interpretação de textos, explanações sobre provas de vestibulares e vocabulário.

Fico pensando... como ensinar uma língua estrangeira com apenas uma aula semanal? Como fazer que estudantes entendam que não se trata apenas de vestibulares, que o aprendizado é vivo e é para a vida inteira? Mais ainda, porque eu "perco" meu domingo criando atividades que serão utilizadas praticamente uma vez (evitando a repetição) quando eu poderia estar descansando, me divertindo, escrevendo crônicas e poesias como fazia na adolescência?

É um dos preços que pagamos. Por outro lado, nessa vida de "uma mão lava a outra", na sexta-feira um aluno me passou uns jogos para eu conhecer. Falta tempo para tal, mas, muito provavelmente, se eu estivesse em outra profissão, não teria tanto contato com o mundo das novidades, das atualidades e da juventude atual. Eu teria me tornado um adulto como tantos outros, desses que passam a vida repetindo os domingos, alternando o futebolzinho, o churrasquinho em família, a soneca no sofá após o almocinho, seguida do programa de TV idiotizantezinho.

Cada um com sua rotina e repetições, claro, claro... é a vida.

Todo modo, custo a crer que em outra vida eu teria feito como ontem, chegando em casa no meio da madrugada, depois de uma noite muito divertida. Não iria aos rocks, não andaria de skate, não estaria tão envolvido com cinema, música, artes, e literatura. A necessidade do novo, das novidades, de conhecimento, saber... tudo isso está tão entrelaçado e agregado à profissão... quase de forma vital.

Sou feliz então?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mais um mês...



Ansioso pelas férias, mas tranquilo. Sem máscaras, sem obrigação de satisfazer, sem ter que estar bem humorado em tempo integral, sem controlar se falo palavrão ou não, sem ficar medindo o tempo, sem pensar em papéis, provas, correções, materiais, reuniões, planejamentos...

E se fizer um friozinho à noite, melhor ainda : )

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Há muito tempo eu vivi calado / mas agora resolvi falar"


Tenho andado insatisfeito com minha profissão em alguns aspectos. Nada que, por ora, me faça desistir ou querer abandonar, mas há sim os momentos em que eu penso que não vale a pena.

Vai chover gente dizendo que “uau, mais um texto de professor reclamando da vida que escolheu” – mas não é bem por ai.

Estamos vivendo uma época louca como nunca antes. Deixamos, há muito, de ser educadores e passamos a ser mão de obra e só. E essa é a visão dos alunos, dos pais dos alunos, e dos donos de escola, coordenadores, diretores...

Querem que nós, professores, entremos em salas de aulas lotadas, e com apenas uma ou duas aulas semanais, façamos aquela mágica de aprovação massificada em todos os vestibulares do país.

Realidade: ignoram que em TODAS as escolas que eu trabalho (subúrbio e/ou bairros nobres) tenho alunos de III ano que insistem em confundir “mas”/“mais”, “e”/“é”, e começam frases com letra minúscula, por mais que eu venha sempre (de maneira humorada) chamando a atenção para esse tipo de erro básico. Imagine o resto...

Há, claro, alunos geniais, coordenadores fantásticos, pais em constante trabalho paralelo educacional com as escolas. E, claro também, isso não acontece sempre (graças a deus). Fique evidenciado aqui que não estou reclamando dos meandros óbvios da profissão. Mas chegamos a um tempo em que vai além.

As escolas vendem para os pais que utilizam um método humanitário e eu me pergunto: o que há de humano numa rotina massacrante que sequer te permite tempo para conhecer o aluno? 32 salas de aula por semana, 50 alunos em cada, uma aula por semana em cada sala, e ainda querem mesmo que nós saibamos o nome de cada um dos alunos? Isso é o “ambiente humanitário e consciente”?

Prefiro mesmo conhecer bem uns 10 em cada sala, aqueles que, pra minha sorte, mais se afinizarem comigo (e não o oposto), e poder ajudá-los além da minha matéria. Prefiro mesmo ter feito como no dia que aconselhei uma aluna/amiga que havia sido espancada pelo padrasto. Ou na noite que encontrei um aluno bêbado num bar e dei carona pra ele até sua casa. Meu aluno costuma virar meu amigo. Ponto.

Inclusive, certa vez, uma diretora ao conversar comigo sobre meus métodos nem sempre ortodoxos dentro de sala de aula, me questionou sobre uma abordagem utilizada numa aula. Disse ela “não é esse o seu diferencial, o seu ‘cartão de visitas’?”, num tom de ironia que humanitários não deviam usar. Eu não respondi. Fiquei mudo. Hoje, tempos depois, penso que devia ter dito a verdade: meu “cartão de visita” é o fato de que eu entendo meu aluno.

Não sou um professor de fachada, minha aula não é “show”, tenho falhas, sou humano e verdadeiro. Mas não sei vender um produto no qual eu não acredito. E me vejo sempre no mesmo barco que meus alunos. Meus amigos. Se esse barco afunda, eu afundo junto.

O que me fez escolher e ficar com essa profissão é mesmo a possibilidade de nos tornarmos (eu e meus alunos, coordenadores, diretores, donos de escola, faxineiros, e coligados) pessoas melhores. Agora, se só eu acredito nessa possibilidade... qual o sentido? Vender aprovação “garantida” no vestibular? Qual é...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Humores

Bom? Bem? Mau? Mal?

Achei uma boa dica na internet. Proibidos de errar novamente, hein galere! :p

É só substituir pelo antônimo (contrário)
Se der bem, então usa-se MAL
Se der bom, então usa-se MAU.

Ex:
Bom humor, MAU humor: corretos
Bem humor, MAL humor: incorretos

Bom humorada, Mau humorada: incorretos
Bem humorada, Mal humorada: corretos

É regra e vale para todas as frases que tenham "mal" ou "mau" e "bem" ou "bom".

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Timing

um dia eu volto. um dia eu venho.

sábado, 30 de janeiro de 2010